quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021
PREFEITO BIU ABREU PARTICIPA DO ENCERRAMENTO DA FESTA DE SÃO SEBASTIÃO NA CIDADE DE BOM JARDIM
terça-feira, 2 de fevereiro de 2021
NESTA QUARTA-FEIRA TEM ENCONTRO PEDAGÓGICO EM OROBÓ
A Secretaria de Educação, Cultura e Esportes de Orobó-PE, comunica aos pais, gestores, estudantes e professores que as atividades escolares iniciam nesta quarta-feira, dia 03 de fevereiro/2021 com Encontro Pedagógico e 08 de fevereiro/2021 com aulas não presenciais, subsidiadas por Metodologias Ativas de caráter remoto, devido à pandemia da COVID-19.
Não haverá prejuízo no ano letivo de 2021, pois a proposta pedagógica das
escolas municipais cumprirá o mínimo de 800 horas na Educação Infantil e no
Ensino Fundamental.
No período de 03 a 05 de fevereiro, ocorrerá Encontro Pedagógico para
discutir as diretrizes do Ensino Remoto Emergencial que será vivenciado na rede
municipal de ensino de Orobó-PE.
SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA VILA FEIRA NOVA É AMPLIADO ATRAVÉS DA GESTÃO DO PREFEITO BIU ABREU
Diversas ruas na Vila Feira Nova de Orobó vem recebendo melhorias no sistema de abastecimento de água por parte da Prefeitura Municipal tendo a frente o Gestor Biu Abreu. O sistema de ampliação vai atender vários moradores que residem na nova rua. A execução contou com o apoio dos amigos George Aguiar e Luís.
O VOTO DA BANCADA PERNAMBUCANA: LIRA 16 X 9 BALEIA
A eleição para a Mesa Diretora da Câmara conta com vários candidatos à Presidência, mas dois deles têm dividido as atenções: Arthur Lira (PP-AL) e Baleia Rossi (MDB-SP). O parlamentar pepista tem o apoio do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), enquanto o emedebista é apoiado pelo atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e pela maioria da oposição.
Pernambuco conta com 25 deputados federais. Conforme o Blog apurou, 16
deles devem votar em Lira, já nove escolherão Baleia. Confira como cada um
deles deve votar:
André Ferreira (PSC) - Lira
André de Paula (PSD) - Lira
Augusto Coutinho (SD) - Lira
Carlos Veras (PT) - Baleia
Daniel Coelho (Cidadania) - Lira
Danilo Cabral (PSB) - Lira
Eduardo da Fonte (PP) - Lira
Felipe Carreras (PSB) - Lira
Fernando Coelho Filho (DEM) - Lira
Fernando Monteiro (PP) - Lira
Fernando Rodolfo (PL) - Lira
Gonzaga Patriota (PSB) - Lira
Luciano Bivar (PSL) - Baleia
Marília Arraes (PT) - Baleia
Milton Coelho (PSB) - Baleia
Ossesio Silva (Republicanos) - Lira
Pastor Eurico (Patriota) - Lira
Raul Henry (MDB) - Baleia
Renildo Calheiros (PCdoB) - Baleia
Ricardo Teobaldo (Podemos) - Lira
Sebastião Oliveira (PL) - Lira
Silvio Costa Filho (Republicanos) - Lira
Tadeu Alencar (PSB) - Baleia
Túlio Gadêlha (PDT) - Baleia
Wolney Queiroz (PDT) Baleia Do Blog
do Magno
ALIADO DE BOLSONARO, ARTHUR LIRA É ELEITO PRESIDENTE DA CÂMARA
O novo presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL) | Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados
O deputado Arthur Lira (PP-AL) é o novo presidente da Câmara. Com o apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o líder do Centrão venceu a disputa em primeiro turno, com 302 votos. O segundo colocado foi Baleia Rossi (MDB-SP), candidato aliado do ex-presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com 145.
Outros seis deputados disputaram o pleito. Fábio Ramalho (MDB-MG) recebeu 21 votos, Marcel Van Hattem (Novo-RS), 13, Luiza Erundina (Psol-SP), 16 votos, André Janones (Avante-MG), 3, general Petterneli (PSL-SP), com 1, e Kim Kataguiri (DEM-SP), com 2.
Durante a campanha, Lira visitou todos os estados brasileiros onde se reuniu com governadores, prefeitos e parlamentares. Apesar de negar ter um "slogan de campanha", o líder do Centrão disse, praticamente em todos os encontros, que sua candidatura significava a "Câmara do nós", e não a "Câmara do eu".
Apontado como a opção que ameaçaria a independência do Legislativo, Lira diz que não tem chefe, e que não terá resistência com nenhuma proposta, desde que tenha apoio entre os líderes para ir a plenário. Contudo, intermediou as conversas de congressistas com o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, onde foram oferecidas emendas e nomeações em troca de apoio.
O próprio presidente Bolsonaro admitiu a influência do governo nas
eleições para a presidência da Câmara. A apoiadores, ele disse que, "se
Deus quiser", o governo vai "influir" na Casa. "Viemos
fazer uma reunião aí com 30 parlamentares do PSL, e vamos, se Deus quiser,
participar, influir na Presidência da Câmara com estes parlamentares, de modo
que possamos ter um relacionamento pacífico e produtivo para nosso
Brasil", disse.
Por: Gabriela Vinhal
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021
BREVE ANÁLISE DO PRIMEIRO MÊS DA GESTÃO DE JULIANA DE CHAPARRAL EM CASINHAS
Desde 2017, a análise de uma nova gestão pública tem como parâmetro três pontos consideráveis: pessoas, processos e tecnologia. Nenhum início de gestão é fácil, porém, os mais difíceis são aqueles que põem fim a uma verdadeira "bolha" de acomodação e conformismo. Neste tipo de cenário, mudanças são sempre desafiadoras, e foi neste cenário desafiador e atípico na história de troca de gestão pública de Casinhas (leia-se atípico a grotesca queima de documentos ao fundo do prédio da prefeitura), que a atual prefeita, Juliana de Chaparral (DEM), iniciou seu mandato.
Neste primeiro mês completado de sua gestão já tem tomado uma atitude que
era carente na postura do gestor anterior: vontade de trabalhar. Muita vontade
de trabalhar. Na tríade da gestão pública é tudo muito simples: conhecendo as
pessoas somos capazes de criar processos, estabelecer metas e prazos e de
usarmos da tecnologia para divulgação e aperfeiçoamento desses processos.
Ciente disto, a prefeita começou o ano com o cadastro de todos os servidores
municipais, para conhecer suas lotações e o trabalho que vinham executando e,
claro, acima de tudo, conhecer o pessoal que fará parte de todo o processo de seu
governo nestes quatro anos.
Depois já vieram à tona alguns processos, priorizando a saúde em tempos
de pandemia. O foco da prefeita em conhecer e organizar os espaços públicos
destinados à saúde foi notável, além da necessidade de organizar toda a cidade
em um verdadeiro mutirão da limpeza, tudo para melhor servir à população. A
educação e capacitação também foram prioridades no início de sua gestão, apoio
aos estudantes que iriam cursar o ENEM, lançamento do Profissionaliza Casinhas,
logo no início de sua gestão, apoio à capacitação dos profissionais da saúde e
comparecimento às reuniões com os gestores municipais das escolas da cidade.
Sem deixar de seguir o perfil de toda sua campanha, Juliana continuou
ouvindo seu pessoal, suas equipes, mas, principalmente, as pessoas, pois esse é
o seu compromisso base: ouvir e cuidar das pessoas. Com isso vem firmando uma
imagem de gestora zelosa e humana, que quer estar junto do povo, e celebrar
cada conquista junto com eles. É possível ver toda esta dedicação escancarada
nas redes sociais, tanto no perfil da gestão quando no da própria gestora.
Pessoas: OK. Processos: OK. Tecnologia: OK.
No entanto, todo este escancaramento de ações ou as próprias ações não
deixam 100% da população casinhense feliz. Como em todo processo de mudança há
aqueles que sentem falta de sua "bolha" e querem voltar para ela.
Destes, a prefeita só pode esperar a capacidade de ver as mudanças com o
"espírito desarmado", para depois falar. Não sendo o caso, todos
possuem o direito de discordar de qualquer coisa, ou qualquer gestão. A única
esperança é que este direito nunca seja confundido com o de agressão e que as
mudanças que apenas começam a aparecer no município de Casinhas possam ser
avaliadas por algo a mais que medo de mudança.
Foto: Mário Andrade
APOIADO POR BOLSONARO, RODRIGO PACHECO (DEM-MG) É O NOVO PRESIDENTE DO SENADO
Rodrigo Pacheco durante discurso em sessão do Denado Federal (Marcos Oliveira/Agência Senado)
Com 57 dos 78 votos, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), candidato apoiado pelo
presidente Jair Bolsonaro, foi eleito nesta segunda-feira o novo presidente do
Senado. Ele derrotou Simone Tebet (MDB-MS), que teve 21 votos. Advogado de
formação, Pacheco está no primeiro mandato como senador. Antes, atuou como
deputado federal por quatro anos. Para romper a fama de novato, a articulação
costurada com governistas e oposicionistas por seu antecessor, Davi Alcolumbre
(DEM-AP), foi fundamental.
Em discurso feito momentos antes da votação, Pacheco afirmou que terá uma
gestão independente em relação aos outros poderes e que não haverá "nenhum
tipo de pressão externa". Segundo ele, "governabilidade não significa
ser subserviente ao governo". Pacheco também assumiu um compromisso pela
defesa intransigente do Estado Democrático de Direito.
Ao mesmo tempo, o senador mineiro disse que a sua gestão, formada com
alianças de diferentes correntes ideológicas, pode ser uma oportunidade de "pacificação"
das relações políticas:
— Vamos fazer disso uma grande oportunidade, uma grande oportunidade
singular de pacificação das nossas relações políticas e institucionais porque é
isso que a sociedade brasileira espera de nós.
Defensor de uma nova rodada do auxílio emergencial durante a pandemia do
novo coronavírus, Pacheco disse que é preciso tentar conciliar o teto de gastos
públicos com a área da assistência social, mantendo o diálogo com a equipe econômica
para buscar soluções.
— Não podemos desconhecer que, a despeito do compromisso da
responsabilidade fiscal e do teto de gastos públicos de índole constitucional,
nós temos uma obrigação de reconhecer um estado de necessidade no Brasil que
faz com que milhares de vulneráveis, milhares de miseráveis precisam do
atendimento do Estado. De modo que nos primeiros instantes, caso vossas
excelências me outorguem o mandato de presidente, nós vamos inaugurar um
diálogo pleno, efetivo e de resultados, porque isso é para ontem, para que se
possa conciliar o teto de gastos públicos com assistência social num dialogo
junto com a equipe econômica do governo federal — declarou.
Nos primeiros anos de sua carreira pública, Pacheco ganhou rápida
notoriedade no Congresso ao ocupar a presidência da Comissão de Constituição e
Justiça (CCJ) da Câmara, em 2017. O então deputado era filiado ao MDB. Ele teve
a sua atuação no colegiado elogiada até mesmo pela oposição ao conduzir as
denúncias contra o ex-presidente Michel Temer, na época seu correligionário.
Na véspera da eleição desta segunda, Pacheco ainda tentava contemplar
interesses de todos os aliados, que juntos representam mais de dez partidos. Na
reta final, ele dividiu e conquistou votos até mesmo na sigla de sua principal
adversária, Simone Tebet (MDB-MS), que acabou sem apoio dos emedebistas e optou
por manter a candidatura de forma independente.
Encabeçada pelo atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), a
estratégia de campanha de Pacheco foi se antecipar aos movimentos dos
adversários. Assim, ele saiu na frente ao conquistar o apoio de partidos
expressivos, como PSD e PT, antes mesmo dos emedebistas decidirem quem seria o
seu representante na eleição.
Além disso, após o MDB lançar a candidatura de Simone, Pacheco iniciou
uma ofensiva sobre os possíveis aliados da emedebista. A estratégia contou com
a influência do Palácio do Planalto em momentos decisivos, entre eles o anúncio
do PSDB de que iria liberar a bancada na eleição, sem se comprometer com
nenhuma candidatura. Dias antes, tucanos garantiam que iriam endossar o nome do
MDB.
Outro momento simbólico que pesou a favor de Pacheco recentemente foi
conquistar o apoio da Rede, legenda que possui apenas dois senadores, mas que
se coloca contra a gestão Jair Bolsonaro e tem certo alinhamento com Simone. Em
nota, o senador Fabiano Contarato (ES) justificou o voto ao dizer que não há
candidatura de oposição na disputa que pudesse propor "uma alternativa de clara
objeção ao governo federal".
Em entrevista ao GLOBO, há uma semana, Simone negou a existência de
qualquer ameaça à democracia no momento, evitou se comprometer com um eventual
processo de impeachment de Bolsonaro e destacou que apoiou mais propostas do
Executivo do que o próprio Pacheco. No discurso, a parlamentar seguiu
orientações de caciques do MDB, que defendiam um tom de moderação em relação ao
Planalto.
Na semana que antecedeu a eleição, aliados de Pacheco deram a cartada
final na corrida pela presidência ao fazer com que o MDB, maior partido da
Casa, com 15 senadores, desistisse de manter candidatura própria. Simone, no
entanto, decidiu seguir com a candidatura avulsa, com o apoio formal do
Podemos, Cidadania e PSB. Até dois dias antes do pleito, entretanto, emissários
de Pacheco e Alcolumbre ainda tentavam convencer a parlamentar a desistir por
avaliar que a presença da senadora causa 'constrangimento', mas ela indicava
estar irredutível por avaliar que precisa marcar posição.
Com o embarque do MDB na campanha, mesmo que sem apoio oficial, Pacheco
também passou os últimos dias buscando uma forma de incluir os emedebistas na
sua gestão. Eles devem assumir a vice-presidência da Casa, representados por
Veneziano Vital do Rêgo (PB), e outros cargos. A eleição para a composição da
Mesa Diretora está prevista para ocorrer nesta terça-feira.
Da Agência O Globo






